sexta-feira, 22 de maio de 2009
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Sabe usar o Twitter?
São Paulo, 11 de maio de 2009 - Criado há pouco mais de três anos, o Twitter ganhou popularidade nos últimos meses, quando o volume de usuários cresceu a taxas astronômicas (dados da Nielsen Online apontam crescimento de 1300% entre fevereiro de 2008 e fevereiro de 2009). Mas, apesar de praticamente todo mundo estar usando, há muita gente que ainda não entende o serviço.
Com a ideia inicial de ser um serviço de microblogging no qual as pessoas pudessem dizer, em 140 caracteres, o que estavam fazendo naquele momento, o Twitter se tornou muito mais isso. Hoje, empresas o usam como ferramenta de marketing, jornais e revistas disseminam suas notícias por meio do sistema, consumidores elogiam ou criticam marcas e, claro, pessoas dizem o que estão fazendo ou pensando naquele momento.
Apesar de ser considerado por muitos como mais um sinal da "era Big Brother" em que vivemos, na qual a vida normal de qualquer pessoa torna-se interessante; o Twitter pode funcionar como uma ferramenta informativa bastante útil. Notícias são disseminadas pelo microblog com enorme rapidez, deixando as mídias tradicionalmente mais rápidas (a internet e o rádio) para trás. Basta um tweet dizendo que o trânsito no seu caminho está ruim e, poucos minutos depois, centenas de amigos e "amigos de amigos" estão sabendo disso.
O ponto negativo está na facilidade com que notícias falsas se propagam com o sistema. Por isso, pense bem antes de "twittar" (sim, o Twitter já tem seu verbo próprio) algo que não tenha certeza ou de fazer uma "pegadinha" usando o serviço.
Outra função interessante para a qual o microblog pode ser usado é entender as tendências do mundo virtual - ou os assuntos que estão na pauta de seus usuários. Por meio da busca do próprio Twitter ou de ferramentas específicas, como o Hashtags e oTwitscoop, é possível saber quais são as palavras mais usadas pelos "twitteiros", em tempo real.
Existem também alguns aplicativos criados para facilitar a vida dos "twitteiros". Programas como oTwittDeck e o Twhirl permitem a postagem sem a necessidade de abrir a página do serviço - e ainda trazem ferramentas adicionais, como o encurtamento de URLs e a possibilidades de gerenciar mais de uma conta.
Já para enviar suas mensagens de qualquer lugar, atualize seu Twitter pelo telefone móvel. Assinantes de internet no celular podem entrar na página do serviço desenvolvida para dispositivos móveis ou baixar aplicativos como o TinyTwitter ou o Fring. Se preferir, também é possível enviar os posts por SMS. Usando o SMS2Twitter, basta mandar uma mensagem de texto para um número de telefone nacional (com o custo de um SMS normal).
fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13374
quinta-feira, 7 de maio de 2009
O e-mail consome 13 horas semanais do trabalhador
SÃO PAULO - Como os trabalhadores da informação gastam seu tempo e quanto eles custam às empresas? Um estudo da IDC vem investigando desde 2001 quais são os gastos relacionados a essas atividades e concluiu que e-mail é o que mais toma tempo dos empregados.
Segundo a pesquisa, o e-mail consome em média 13 horas semanais do tempo de um trabalhador da informação e está associado a tarefas como o fluxo de circulação de documentos, vendas, agendamentos e outros processos de negócios.
Se um funcionário ganha em media US$ 75 mil (os valores são referentes ao mercado de trabalho americano), a empresa gasta com ele quase US$ 21 mil por ano apenas para que ele leia e responda e-mails.
Depois do e-mail, a busca por informações é a tarefa que mais toma tempo dos funcionários. Atividades de comunicação e colaboração e criação e publicação de conteúdo vêm em seguida.
De acordo com a IDC, a média de horas perdidas com este tipo de atividade não diminui desde 2001, embora projetos envolvendo ferramentas que melhoram o acesso, o gerenciamento e a colaboração nas empresas se paguem em questão de meses.
O estudo sugere que a chegada de aplicações da Web 2.0 nas companhias vai ajudar os trabalhadores da informação em suas tarefas.
A pesquisa revelou que estes trabalhadores preferem ferramentas como mensagem instantânea, redes sociais e blogs a ferramentas tradicionais de comunicação, como e-mail e ou áreas de trabalho para grupos.
fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/e-mail-consome-13h-semanais-do-trabalhador-06052009-10.shl
terça-feira, 28 de abril de 2009
Blog-zinho, umas dicas a mais
plazadetoro.blogspot.com
Abraços.
Como abrir documentos do Office 2007 no Open Office?

No site da Novell para download há dois arquivos:
Um oxt, extensão do BrOffice.org, mas que só funciona em Windows (tentei instalar ela no meu Linux e deu problema, aí descompactei o arquivo e descobri que só contém binários Windows).
Um RPM, compatível com OpenSUSE. Outras distros talvez precisem de edição. Atualmente para Linux uso Debian, então descompactei o RPM, coloquei os arquivos nos diretórios corretos, gerei o config e o pacote .deb.
Nota da edição: pacote debian disponível temporariamente em: http://filebin.ca/ydvszj/odf-converter_1.0.0-5_i386.deb
2 .a nota da edição: O pacote foi testado em Debian Lenny/Sid, BrOffice.org 2.3.1.
RESUMINDO:- Pra quem usa Windows, baixar o arquivo oxt e instalar por Ferramentas -> Gerenciador de extensões -> Adicionar.
- Pra quem usa Linux OpenSUSE, baixar o RPM.
- Pra quem usa outra distribuição Linux baseada em RPM, vai ter que testar o arquivo e, se não funcionar, descompactar (descompactadores do KDE ou do GNOME fazem isso com um clique) e copiar os arquivos para as pastas equivalentes do sistema.
- Pra quem usa Debian Linux, não tem pra onde correr, é descompactar e gerar o deb. Já tenho feito aqui pra quem quiser.
Contribuição: Saulo Toledo (lista do BrOffice)
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Web 2.0
| Nome | Avaliação INFO | Data |
| 8apps Mistura de rede social com aplicativos colaborativos de escritório | 7.2 | 28/10/2008 |
| AjaxWrite O AjaxWrite tem visual idêntico ao de editores de texto para o desktop. Dispensa cadastro para ser usado, e não oferece espaço para armazenar documentos online. | 7.8 | 11/07/2006 |
| Aprex Um pacote brasileiro online com calendário, contatos, blog, enquete, disco virtual, bloco de notas e tarefas | 7.7 | 17/10/2007 |
| BackPack Sistema de agenda que permite a criação de páginas com listas de tarefas e lembretes. | 7.5 | 11/07/2006 |
| Basecamp Gerenciador de projetos online com suporte à criação de páginas, envio de mensagens em grupo e armazenamento de arquivos. | 7.2 | 11/07/2006 |
| Buzzword Editor de textos com visual sofisticado | 7.5 | 01/11/2007 |
| CalendarHub Agenda em grupo com recursos poderosos | 7.5 | 14/12/2006 |
| Central Desktop Oferece um ambiente centralizado para reunir documentos de um projeto, além de criar fóruns de discussão e permitir a elaboração de páginas web. | 7.5 | 11/07/2006 |
| Dabble DB Banco de dados com visual atraente e bons recursos | 7.7 | 08/11/2007 |
| Empressr Montador de apresentações com boa ferramenta de gráficos | 6.9 | 22/08/2007 |
| Formfacil Serviço gratuito para a criação de formulários | 7.2 | 17/10/2007 |
| Google Calendar Com a simplicidade e elegância tradicional dos produtos da empresa, o Google Calendar é uma boa opção de agenda on-line. | 7.2 | 11/07/2006 |
| Google Docs & Spreadsheets Editor de texto e planilha com a qualidade Google | 8 | 14/12/2006 |
| Highrise Agenda robusta | 7.2 | 27/04/2007 |
| HipCal A HipCal é uma agenda com muitos recursos interessantes, a começar por uma interface colorida e prática. | 8 | 11/07/2006 |
| iRows Além de fazer a importação e exportação direta de arquivos do Excel e do OpenOffice, o iRows tem suporte a fórmulas, gráficos e formatação visual das células. | 7.6 | 11/07/2006 |
| Mind42 Ferramenta para organização de projetos e fluxogramas | 7.6 | 05/12/2007 |
| MindMeister Ferramenta de mind mapping bastante intuitiva | 7.8 | 30/10/2008 |
| MyOwnDB O MyOwnDB, como o nome indica, é um serviço para a criação de bancos de dados online. | 7 | 11/07/2006 |
| Numsum Outra opção leve de planilha online que ainda pode ser baixada para o micro e enviar as mudanças feitas posteriormente. | 7 | 11/07/2006 |
| Peepel Pacote de aplicativos | 7 | 27/04/2007 |
| Planzo O Planzo é uma agenda poderosa, com diversas opções de aviso e integração. | 7.5 | 24/07/2006 |
| Pulse Serviço que mistura agenda online com rede social | 7.4 | 12/09/2007 |
| ReadNotify Verifique se seus e-mails foram lidos | 8.3 | 14/12/2006 |
| Remember the Milk Serviço que mantém listas de tarefas e envia avisos por e-mail ou por mensagens instantâneas do MSN Messenger. | 7.2 | 11/07/2006 |
| ScanR Transforme uma foto em um PDF | 7.5 | 19/12/2006 |
| Spesa Ferramenta para controle de gastos | 7 | 30/10/2008 |
| Spresent Montador de apresentações com visual atraente | 7.4 | 17/10/2007 |
| ThinkFree O ThinkFree é um pacote de escritório bem completo, incluindo editor de textos, planilha e software de apresentação. | 8.1 | 11/07/2006 |
| Thumbstacks Para apresentações simples, esse serviço resolve muito bem, gerando o resultado em Flash, que pode ser visto direto no browser. | 6.5 | 22/08/2007 |
| Tradd.us Ferramenta de tradução com um toque web 2.0 | 7.4 | 23/07/2008 |
| Wufoo Serviço leve e eficiente para criação de formulários | 7.8 | 18/10/2007 |
| Zoho DB Banco de dados online | 7.3 | 01/11/2007 |
| Zoho Planner Agenda online com foco em gerenciamento de listas de tarefas | 7.5 | 14/12/2006 |
| Zoho Sheet Planilha online com recursos avançados de colaboração | 8 | 31/08/2006 |
| Zoho Show Serviço de apresentação com publicação em sites e blogs http://info.abril.com.br/web20/cat_32.shtml | 7.3 | 22/08/2007 |
Minha empresa no mapa, artigo
Olá, amigos! Hoje vou buscar ser um pouco mais técnico no artigo abaixo.
Este artigo, por mais simples que seja, tende a ser uma das maiores dúvidas e desejos dos usuários que estão iniciando nesta área. Como colocar minha empresa, estabelecimento, casa etc., no mapa. Com certeza no seu site é muito importante existir além do endereço da sua empresa um pequeno mapa representando tudo que está em volta dela para que os usuários possam se localizar mais facilmente.
Nosso foco hoje é criar um mapa utilizando a API do Google Maps. Com isso, não precisamos de nenhum banco de dados geográfico ou qualquer outro tipo de aplicação para desenvolvimento de mapas além das linguagens HTML e JavaScript.
Segundo o próprio Google, o que é a API do Google Maps?
A API do Google Maps permite usar JavaScript para incorporar o Google Maps em sua página da web. A API fornece diversos utilitários para manipular mapas (como na página http://maps.google.com) e adicionar conteúdo ao mapa através de diversos serviços. Você pode criar aplicativos de mapas robustos em seu site.
Passo 1: Obtendo uma chave para a API do Google Maps.
Para utilizarmos a API do Google, precisamos obter uma chave de identificação para o nosso site. É muito importante que você coloque a URL correta do caminho onde estará o mapa, caso contrário, ao instanciar a API no seu código, ela não funcionará.
Acesse o link : http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/maps/signup.html, preencha as informações da URL do seu site e clique em GERAR chave de API. Não se esqueça de ler os termos de uso da API, nada de utilizá-la dentro de intranets.
Passo 2: Obtendo o XY da sua empresa
Inicialmente, para identificarmos a sua empresa/estabelecimento/etc no mapa, precisamos da localização correta dela. A localização que comento é com relação ao seu XY. Mas o que é XY? Vamos à matemática...
Para a construção do modelo da superfície topográfica de uma dada região, necessitamos das triplas (x, y, z) de uma série de pontos da superfície do terreno. Os valores (x, y, z) são as coordenadas cartesianas de um ponto P, relativas a um sistema de coordenadas preestabelecido (como já vimos em meu outro artigo Sistemas de Informação Geográfica).
O plano XY é o plano horizontal de referência relativamente ao nível médio dos mares, e z é a distância vertical do ponto P ao plano horizontal XY (se me permitem exemplificar desta maneira, seria a altura em relação ao nível do mar, no nosso caso, não será necessária).
Como posso obter este ponto?
Existem diversas maneiras de se obter o XY de um endereço, vou exemplificar duas: a primeira é suscetível a alguns erros, motivo pelo qual o mapeamento da numeração das ruas nas cidades do Brasil não ser de fato correto (mas confesso que é satisfatório). O que quero dizer é que muitas vezes quando você informa o seu endereço, por exemplo o número 567, seriam 567 metros do ponto inicial da sua rua, nem sempre esta numeração irá bater exatamente no local da sua casa (quando digo exatamente, ainda considero um erro de 50m). Pode acontecer de aparecer na quadra errada; quando ocorrer, sugiro utilizar o segundo exemplo de aquisição do XY.
A primeira maneira que me refiro é solicitar através da url http://maps.google.com/maps/geo?q=STRING+DO+ENDERECOoutput=xmlkey=SUA_CHAVE
Obs.: Separe a string com "+".
Exemplo:
http://maps.google.com/maps/geo?q=avenidaipiranga1200portoalegrersbrasiloutput=xmlkey=
Passo 3: Adicionando minha empresa no mapa
Bom, se você já criou o exemplo anterior do geocode reverso, este agora é muito mais simples.
Resultado


Pronto!
Podemos incrementar este exemplo de diversas formas, até mesmo com ícones customizados. Estou aceitando sugestões para novos artigos técnicos.
Até a próxima.
Por Mauricio Reckziegel
ver detalhes em:
Google Latitude agora no Orkut
Google Latitude agora no Orkut
Olá a todos,
Algumas coisas bem interessantes estão acontecendo no orkut. Nas últimas semanas, nossos engenheiros fizeram algumas experiências com o Google Latitude, um recurso que permite que você informe e receba atualizações sobre a localização de onde seus amigos estão no Google Maps.
A grande vantagem é que você pode usar o Google Latitude a partir do Google Maps no seu telefone celular ou pode adicioná-lo como um gadget no iGoogle. Assim, fica mais fácil sair para encontrar a galera quando você estiver conectado on-line com eles ou se estiver na rua com o telefone celular à mão.
Enquanto desenvolvíamos esse recurso, ficamos curiosos sobre como seria se o adicionássemos ao orkut para que você e os seus amigos pudessem compartilhar suas localizações a partir de um gadget no seu perfil. Hoje, estamos felizes em anunciar que o Google Latitude está disponível no orkut.

Você pode adicionar esse aplicativo clicando no menu “adicionar apps” no seu perfil do orkut e adicionando "Google Latitude". Com o Google Latitude, você pode começar a compartilhar sua localização com seus amigos e enviar convites para saber onde eles estão.
Leia o nosso comunicado original e veja como esse recurso funciona. Conheça também nossas considerações sobre recursos de privacidade (em inglês). E se você já estiver logado no orkut, por que não começar a testar o Google Latitude agora? Divirta-se e aproveite o orkut!
Postado por Surojit Chatterjee, Equipe do Google Mobile
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Web 3.0
O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do New York Times e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual. A principal reação vem da blogosfera. Nos diários virtuais de especialistas detratores, a crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas num termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0.
A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Orkut. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.
Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet e a tecnologia da semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.
Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), ou seja, se passaria de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados.
Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O usuário poderá fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-lo de forma mais eficente, entender mais sua necessidade. O conceito de ”semântica da rede”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee, tem entre seus gurus Daniel Gruhl, um Ph.D. em engenharia eletrônica do MIT, é especializado em "compreensão das máquinas", e o misterioso Nova Spivack, que não revela muito sobre si, nem o nome verdadeiro, e se autodefine como empresário da alta tecnologia.
Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página,: se indicar o nome de um ator ou de um filme, todos os dados sobre este ator ou este filme aparecerão na tela. Poderá ainda utilizar a "busca avançada" para restringir um pouco mais os resultados. Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los. A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta.. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc.
Algumas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, desenvolvem trabalhos nesse sentido, destacando-se o Almaden IBM Research Center, a Metaweb e a Radar Networks (de Nova Spivack). No Brasil, na PUC-Rio estão desenvolvendo trabalhos pioneiros para a Web 3.0 com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, estão em curso inúmeros projetos acadêmicos. E circula na comunidade da informática que em futuro próximo surgirão novidades nesse campo na Yahoo e no Skype.
Sweet Home 3D

Começam a ser comuns aplicações deste gênero para auxiliar quem está a mobilar a casa. Não é estranho encontrar já nos sites de empresas que vendem mobiliário, este tipo de ferramenta.
Sweet Home 3D é uma excelente aplicação multi-plataforma em Java que usa para criar efeitos tridimensionais JAVA3D, proporcionando um realismo interessante quanto ao espaço e disposição dos materiais dentro de paredes.
Simples de usar, possibilita-lhe criar e modificar a estrutura da casa para conseguir um plano de trabalho similar ao real. Permite-lhe também dispor as peças de mobiliário num plano 2D com a arquitectura acertada, defina as paredes (cor e dimensões), escolha materiais para as portas e janelas, importe planos de fundo, importe mais peças de mobiliário nos formatos (OBJ, LWS e 3DS), faça visitas virtuais em 3D por dentro do projecto, verificando em modo tridimensional o espaço disponível, a mobilidade entre cómodos, os obstáculos à luz natural, entre muitos outros aspectos relacionados com a disposição equilibrada do recheio de uma divisão.
Divirta-se a desenhar o seu espaço construa à sua medida e gosto, leve exemplos quando for negociar. Certamente encontrará muitos exemplos práticos para esta aplicação.
Para correr esta aplicação terá de ter instalado no seu sistema o Java 5.0 ou superior. Instale a partir daqui.
Licença: GNUSistemas Operativos: Windows/Mac/Linux
O que é um DHCP ?
O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol, é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de configuração para clientes de rede. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais. O DHCP surgiu como standard em Outubro de 1993. O RFC 2131 contém as especificações mais atuais (Março de 1997). O último standard para a especificação do DHCP sobre IPv6 (DHCPv6) foi publicado a Julho de 2003 comoRFC 3315.
Resumidamente, o DHCP opera da seguinte forma:
Um cliente envia um pacote UDP em broadcast (destinado a todas as máquinas) com um pedido DHCP
Os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar numa série de critérios — ver abaixo) com um pacote com configurações onde constará, pelo menos, um endereço IP, uma máscara de rede e outros dados opcionais, como o gateway, servidores de DNS, etc.
O DHCP usa um modelo cliente-servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede.
O DHCP oferece três tipos de alocação de endereços IP:
Atribuição manual - Onde existe uma tabela de associação entre o Endereço MAC do cliente (que será comparado através do pacotebroadcast recebido) e o endereço IP (e restantes dados) a fornecer. Esta associação é feita manualmente pelo administrador de rede; por conseguinte, apenas os clientes cujo MAC consta nesta lista poderão receber configurações desse servidor;
Atribuição automática - Onde o cliente obtém um endereço de um espaço de endereços possíveis, especificado pelo administrador. Geralmente não existe vínculo entre os vários MAC habilitados a esse espaço de endereços;
Atribuição dinâmica - O único método que dispõe a reutilização dinâmica dos endereços. O administrador disponibiliza um espaço de endereços possíveis, e cada cliente terá o software TCP/IP da sua interface de rede configurados para requisitar um endereço por DHCP assim que a máquina arranque. A alocação utiliza um mecanismo de aluguel do endereço, caracterizado por um tempo de vida. Após a máquina se desligar, o tempo de vida naturalmente irá expirar, e da próxima vez que o cliente se ligue, o endereço provavelmente será outro.
Algumas implementações do software servidor de DHCP permitem ainda a actualização dinâmica dos servidores de DNS para que cada cliente disponha também de um DNS. Este mecanismo utiliza o protocolo de actualização do DNS especificado no RFC 2136.
Proxy
Em ciência da computação, proxy é um servidor que atende a requisições repassando os dados a outros servidores. O termo proxy, a propósito, vem do inglês e pode ser traduzido como “procurador”. O usuário conecta-se a um servidor proxy, requisitando algum serviço, como um arquivo, conexão, website, ou outro recurso disponível em outro servidor.
Um servidor proxy pode, opcionalmente, alterar a requisição do cliente ou a resposta do servidor e, algumas vezes, pode disponibilizar este recurso sem nem mesmo se conectar ao servidor especificado. Pode também atuar como um servidor que armazena dados em forma de cache em redes de computadores. São instalados em máquinas com ligações tipicamente superiores às dos clientes e com poder de armazenamento elevado.
Esses servidores têm uma série de usos, como filtrar conteúdo, providenciar anonimato, entre outros.
Um HTTP caching proxy, por exemplo, permite que o cliente requisite um documento na World Wide Web e o proxy procura pelo documento em seu cache. Se encontrado, o documento é retornado imediatamente. Caso contrário, o proxy busca o documento no servidor remoto, entrega-o ao cliente e salva uma cópia no seu cache. Isso permite uma diminuição na latência, já que o servidor proxy, e não o servidor original, é acessado, proporcionando ainda uma redução do uso de banda.
Google Voice

Bloqueio de ligações de telemarketing

dica: http://ligeirinhorj.blogspot.com/

