sexta-feira, 22 de maio de 2009

Google Similar Images


A coluna "Segredos do Google" desta semana traz o artigo "Google SimilarImages", de autoria de Martha Carrer Cruz Gabriel.O artigo na integra encontra-se emhttp://www.Dicas-L.com.br/segredosdogoogle/segredosdogoogle_20090519.php:.: Resumo :.:O Google Labs lançou um novo serviço que possibilita que se refine a buscade imagens por similaridade visual: o Google Similar Images.O serviço permite que, a partir de uma busca textual inicial por imagens,se refine o resultado da busca usando fotos e imagens similares aoinvés de palavras. Para testar, basta fazer uma busca no Google SimiliarImages (http://similar-images.googlelabs.com/) e a partir das páginas deresultado clique no link "Similar images" embaixo das imagens. Por exemplo,busque por Galileu e depois escolha as imagens na página de resultado pararefinar a busca, clicando no link de "Similar images".RSS: http://www.Dicas-L.com.br/segredosdogoogle/index.xml

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Calculador gratuito de frete

Seriço gratis, faz o calculo do SEDEX e da ENCOMENDA PAC,  semelhante ao oferecido pelos correios:


Bom para quem tem lojas virtuais.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sabe usar o Twitter?

Sabe usar o Twitter?
Thais Aline Cerioni - 11/05/2009 - 15:00

São Paulo, 11 de maio de 2009 - Criado há pouco mais de três anos, o Twitter ganhou popularidade nos últimos meses, quando o volume de usuários cresceu a taxas astronômicas (dados da Nielsen Online apontam crescimento de 1300% entre fevereiro de 2008 e fevereiro de 2009). Mas, apesar de praticamente todo mundo estar usando, há muita gente que ainda não entende o serviço.

Com a ideia inicial de ser um serviço de microblogging no qual as pessoas pudessem dizer, em 140 caracteres, o que estavam fazendo naquele momento, o Twitter se tornou muito mais isso. Hoje, empresas o usam como ferramenta de marketing, jornais e revistas disseminam suas notícias por meio do sistema, consumidores elogiam ou criticam marcas e, claro, pessoas dizem o que estão fazendo ou pensando naquele momento.

Apesar de ser considerado por muitos como mais um sinal da "era Big Brother" em que vivemos, na qual a vida normal de qualquer pessoa torna-se interessante; o Twitter pode funcionar como uma ferramenta informativa bastante útil. Notícias são disseminadas pelo microblog com enorme rapidez, deixando as mídias tradicionalmente mais rápidas (a internet e o rádio) para trás. Basta um tweet dizendo que o trânsito no seu caminho está ruim e, poucos minutos depois, centenas de amigos e "amigos de amigos" estão sabendo disso.

O ponto negativo está na facilidade com que notícias falsas se propagam com o sistema. Por isso, pense bem antes de "twittar" (sim, o Twitter já tem seu verbo próprio) algo que não tenha certeza ou de fazer uma "pegadinha" usando o serviço.

Outra função interessante para a qual o microblog pode ser usado é entender as tendências do mundo virtual - ou os assuntos que estão na pauta de seus usuários. Por meio da busca do próprio Twitter ou de ferramentas específicas, como o Hashtags e oTwitscoop, é possível saber quais são as palavras mais usadas pelos "twitteiros", em tempo real.


Em torno do Twitter
Na onda do Twitter, algumas ferramentas "secundárias" foram criadas para aumentar as funcionalidades do serviço e saciar as necessidades dos usuários. Algumas das mais famosas e populares são os serviços de "encurtamento" de URLs (como o TinyURL, o Bit.ly e o IsGd); o Twitpic, para envio de fotos, e a Blip.fm, que permite o compartilhamento de músicas pela rede.

Existem também alguns aplicativos criados para facilitar a vida dos "twitteiros". Programas como oTwittDeck e o Twhirl permitem a postagem sem a necessidade de abrir a página do serviço - e ainda trazem ferramentas adicionais, como o encurtamento de URLs e a possibilidades de gerenciar mais de uma conta.

Já para enviar suas mensagens de qualquer lugar, atualize seu Twitter pelo telefone móvel. Assinantes de internet no celular podem entrar na página do serviço desenvolvida para dispositivos móveis ou baixar aplicativos como o TinyTwitter ou o Fring. Se preferir, também é possível enviar os posts por SMS. Usando o SMS2Twitter, basta mandar uma mensagem de texto para um número de telefone nacional (com o custo de um SMS normal).

Glossário
Foi convencido pelas vantagens do microblogging e vai render-se ao Twitter? Conheça, abaixo, algumas expressões que devem fazer parte do seu vocabulário para entender a "twitosfera".

Twitter: é o nome da ferramenta de microblog mais popular atualmente. Nela, usuários cadastrados podem, gratuitamente, enviar mensagens de até 140 caracteres. 
Tweet (ou Twitt): cada um dos posts publicados.
Twitar: o ato de enviar mensagens (ou posts) para o Twitter.
Followers (ou seguidores): são as pessoas que te "seguem", ou seja, que lêem o que você posta no Twitter. Quanto mais seguidores, maior sua popularidade.
Followings (ou seguidos): são as pessoas que você "segue". Você verá, em sua página, todos os posts que eles fizerem.
Retwittar: repetir o tweet de outra pessoa. Pelas "regras de etiqueta" do Twitter, coloca-se um RT antes da mensagem e sempre se dá o crédito ao autor do post. Ficaria como RT @_wnews_ mensagem
Reply (resposta): para responder ao post de alguém, basta colocar o símbolo de arroba seguido do nome de usuário da pessoa, antes da mensagem. Caso queira responder a um post do WNews, comece a mensagem com @_wnews_ 
Direct messages (mensagens diretas): São mensagens particulares, que só podem ser lidas pelos destinatários. Basta colocar um "d" antes do nome de usuário da pessoa para quem deseja mandar a mensagem. Exemplo: d _wnews_ mensagem
Tags (ou hashtags): Se você já usa ou já leu o Twitter de alguém, deve ter percebido que algumas palavras no meio dos posts são antecedidas pelo símbolo do jogo da velha (#). Essas palavras são, na verdade, "tags", ou seja, "etiquetas" usadas para que o twitt seja encontrado mais facilmente por mecanismos de buscas. As hashtags são também a base de alguns serviços que analisam as tendências do Twitter.  

fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13374

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O e-mail consome 13 horas semanais do trabalhador

SÃO PAULO - Como os trabalhadores da informação gastam seu tempo e quanto eles custam às empresas? Um estudo da IDC vem investigando desde 2001 quais são os gastos relacionados a essas atividades e concluiu que e-mail é o que mais toma tempo dos empregados.

Segundo a pesquisa, o e-mail consome em média 13 horas semanais do tempo de um trabalhador da informação e está associado a tarefas como o fluxo de circulação de documentos, vendas, agendamentos e outros processos de negócios.

Se um funcionário ganha em media US$ 75 mil (os valores são referentes ao mercado de trabalho americano), a empresa gasta com ele quase US$ 21 mil por ano apenas para que ele leia e responda e-mails.

Depois do e-mail, a busca por informações é a tarefa que mais toma tempo dos funcionários. Atividades de comunicação e colaboração e criação e publicação de conteúdo vêm em seguida.

De acordo com a IDC, a média de horas perdidas com este tipo de atividade não diminui desde 2001, embora projetos envolvendo ferramentas que melhoram o acesso, o gerenciamento e a colaboração nas empresas se paguem em questão de meses.

O estudo sugere que a chegada de aplicações da Web 2.0 nas companhias vai ajudar os trabalhadores da informação em suas tarefas.

A pesquisa revelou que estes trabalhadores preferem ferramentas como mensagem instantânea, redes sociais e blogs a ferramentas tradicionais de comunicação, como e-mail e ou áreas de trabalho para grupos.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/e-mail-consome-13h-semanais-do-trabalhador-06052009-10.shl

terça-feira, 28 de abril de 2009

Blog-zinho, umas dicas a mais

Só para constar: tenho um blogzinho mais antigo, também sobre cultura, dicas, internet, etc. que pode ser interessante, apesar de ser mais pessoal do que profissional. Caso queiram dar uma olhadela, aí vai:
plazadetoro.blogspot.com
Abraços.

Como abrir documentos do Office 2007 no Open Office?


Para aqueles que tem dificuldades ou não sabem abrir um documento feito no Microsoft Office 2007 (arquivos docx) no OpenOffice, vamos ensinar como fazer isso usando um plugin (extensão).
No site da Novell para download há dois arquivos:

Um oxt, extensão do BrOffice.org, mas que só funciona em Windows (tentei instalar ela no meu Linux e deu problema, aí descompactei o arquivo e descobri que só contém binários Windows).
Um RPM, compatível com OpenSUSE. Outras distros talvez precisem de edição. Atualmente para Linux uso Debian, então descompactei o RPM, coloquei os arquivos nos diretórios corretos, gerei o config e o pacote .deb.
Nota da edição: pacote debian disponível temporariamente em: http://filebin.ca/ydvszj/odf-converter_1.0.0-5_i386.deb
2 .a nota da edição: O pacote foi testado em Debian Lenny/Sid, BrOffice.org 2.3.1.
RESUMINDO:- Pra quem usa Windows, baixar o arquivo oxt e instalar por Ferramentas -> Gerenciador de extensões -> Adicionar.
- Pra quem usa Linux OpenSUSE, baixar o RPM.
- Pra quem usa outra distribuição Linux baseada em RPM, vai ter que testar o arquivo e, se não funcionar, descompactar (descompactadores do KDE ou do GNOME fazem isso com um clique) e copiar os arquivos para as pastas equivalentes do sistema.
- Pra quem usa Debian Linux, não tem pra onde correr, é descompactar e gerar o deb. Já tenho feito aqui pra quem quiser.
Contribuição: Saulo Toledo (lista do BrOffice)

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Web 2.0

WEB 2.0 / ESCRITóRIO
Nome  Avaliação
INFO
 
Data 
8apps
Mistura de rede social com aplicativos colaborativos de escritório
7.2 28/10/2008
AjaxWrite
O AjaxWrite tem visual idêntico ao de editores de texto para o desktop. Dispensa cadastro para ser usado, e não oferece espaço para armazenar documentos online.
7.8 11/07/2006
Aprex
Um pacote brasileiro online com calendário, contatos, blog, enquete, disco virtual, bloco de notas e tarefas
7.7 17/10/2007
BackPack
Sistema de agenda que permite a criação de páginas com listas de tarefas e lembretes.
7.5 11/07/2006
Basecamp
Gerenciador de projetos online com suporte à criação de páginas, envio de mensagens em grupo e armazenamento de arquivos.
7.2 11/07/2006
Buzzword
Editor de textos com visual sofisticado
7.5 01/11/2007
CalendarHub
Agenda em grupo com recursos poderosos
7.5 14/12/2006
Central Desktop
Oferece um ambiente centralizado para reunir documentos de um projeto, além de criar fóruns de discussão e permitir a elaboração de páginas web.
7.5 11/07/2006
Dabble DB
Banco de dados com visual atraente e bons recursos
7.7 08/11/2007
Empressr
Montador de apresentações com boa ferramenta de gráficos
6.9 22/08/2007
Formfacil
Serviço gratuito para a criação de formulários
7.2 17/10/2007
Google Calendar
Com a simplicidade e elegância tradicional dos produtos da empresa, o Google Calendar é uma boa opção de agenda on-line.
7.2 11/07/2006
Google Docs & Spreadsheets
Editor de texto e planilha com a qualidade Google
8 14/12/2006
Highrise
Agenda robusta
7.2 27/04/2007
HipCal
A HipCal é uma agenda com muitos recursos interessantes, a começar por uma interface colorida e prática.
8 11/07/2006
iRows
Além de fazer a importação e exportação direta de arquivos do Excel e do OpenOffice, o iRows tem suporte a fórmulas, gráficos e formatação visual das células.
7.6 11/07/2006
Mind42
Ferramenta para organização de projetos e fluxogramas
7.6 05/12/2007
MindMeister
Ferramenta de mind mapping bastante intuitiva
7.8 30/10/2008
MyOwnDB
O MyOwnDB, como o nome indica, é um serviço para a criação de bancos de dados online.
7 11/07/2006
Numsum
Outra opção leve de planilha online que ainda pode ser baixada para o micro e enviar as mudanças feitas posteriormente.
7 11/07/2006
Peepel
Pacote de aplicativos
7 27/04/2007
Planzo
O Planzo é uma agenda poderosa, com diversas opções de aviso e integração.
7.5 24/07/2006
Pulse
Serviço que mistura agenda online com rede social
7.4 12/09/2007
ReadNotify
Verifique se seus e-mails foram lidos
8.3 14/12/2006
Remember the Milk
Serviço que mantém listas de tarefas e envia avisos por e-mail ou por mensagens instantâneas do MSN Messenger.
7.2 11/07/2006
ScanR
Transforme uma foto em um PDF
7.5 19/12/2006
Spesa
Ferramenta para controle de gastos
7 30/10/2008
Spresent
Montador de apresentações com visual atraente
7.4 17/10/2007
ThinkFree
O ThinkFree é um pacote de escritório bem completo, incluindo editor de textos, planilha e software de apresentação.
8.1 11/07/2006
Thumbstacks
Para apresentações simples, esse serviço resolve muito bem, gerando o resultado em Flash, que pode ser visto direto no browser.
6.5 22/08/2007
Tradd.us
Ferramenta de tradução com um toque web 2.0
7.4 23/07/2008
Wufoo
Serviço leve e eficiente para criação de formulários
7.8 18/10/2007
Zoho DB
Banco de dados online
7.3 01/11/2007
Zoho Planner
Agenda online com foco em gerenciamento de listas de tarefas
7.5 14/12/2006
Zoho Sheet
Planilha online com recursos avançados de colaboração
8 31/08/2006
Zoho Show
Serviço de apresentação com publicação em sites e blogs

http://info.abril.com.br/web20/cat_32.shtml

7.3 22/08/2007

Minha empresa no mapa, artigo

 Colocando minha empresa no mapa...

Olá, amigos! Hoje vou buscar ser um pouco mais técnico no artigo abaixo.

Este artigo, por mais simples que seja, tende a ser uma das maiores dúvidas e desejos dos usuários que estão iniciando nesta área. Como colocar minha empresa, estabelecimento, casa etc., no mapa. Com certeza no seu site é muito importante existir além do endereço da sua empresa um pequeno mapa representando tudo que está em volta dela para que os usuários possam se localizar mais facilmente.

Nosso foco hoje é criar um mapa utilizando a API do Google Maps. Com isso, não precisamos de nenhum banco de dados geográfico ou qualquer outro tipo de aplicação para desenvolvimento de mapas além das linguagens HTML e JavaScript.

Segundo o próprio Google, o que é a API do Google Maps?

A API do Google Maps permite usar JavaScript para incorporar o Google Maps em sua página da web. A API fornece diversos utilitários para manipular mapas (como na página http://maps.google.com) e adicionar conteúdo ao mapa através de diversos serviços. Você pode criar aplicativos de mapas robustos em seu site.

Passo 1: Obtendo uma chave para a API do Google Maps.

Para utilizarmos a API do Google, precisamos obter uma chave de identificação para o nosso site. É muito importante que você coloque a URL correta do caminho onde estará o mapa, caso contrário, ao instanciar a API no seu código, ela não funcionará.

Acesse o link : http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/maps/signup.html, preencha as informações da URL do seu site e clique em GERAR chave de API. Não se esqueça de ler os termos de uso da API, nada de utilizá-la dentro de intranets.

Passo 2: Obtendo o XY da sua empresa

Inicialmente, para identificarmos a sua empresa/estabelecimento/etc no mapa, precisamos da localização correta dela. A localização que comento é com relação ao seu XY. Mas o que é XY? Vamos à matemática...

Para a construção do modelo da superfície topográfica de uma dada região, necessitamos das triplas (x, y, z) de uma série de pontos da superfície do terreno. Os valores (x, y, z) são as coordenadas cartesianas de um ponto P, relativas a um sistema de coordenadas preestabelecido (como já vimos em meu outro artigo Sistemas de Informação Geográfica).

O plano XY é o plano horizontal de referência relativamente ao nível médio dos mares, e z é a distância vertical do ponto P ao plano horizontal XY (se me permitem exemplificar desta maneira, seria a altura em relação ao nível do mar, no nosso caso, não será necessária).

Como posso obter este ponto?

Existem diversas maneiras de se obter o XY de um endereço, vou exemplificar duas: a primeira é suscetível a alguns erros, motivo pelo qual o mapeamento da numeração das ruas nas cidades do Brasil não ser de fato correto (mas confesso que é satisfatório). O que quero dizer é que muitas vezes quando você informa o seu endereço, por exemplo o número 567, seriam 567 metros do ponto inicial da sua rua, nem sempre esta numeração irá bater exatamente no local da sua casa (quando digo exatamente, ainda considero um erro de 50m). Pode acontecer de aparecer na quadra errada; quando ocorrer, sugiro utilizar o segundo exemplo de aquisição do XY.

A primeira maneira que me refiro é solicitar através da url http://maps.google.com/maps/geo?q=STRING+DO+ENDERECOoutput=xmlkey=SUA_CHAVE

Obs.: Separe a string com "+".

Exemplo:

http://maps.google.com/maps/geo?q=avenidaipiranga1200portoalegrersbrasiloutput=xmlkey=

Passo 3: Adicionando minha empresa no mapa

Bom, se você já criou o exemplo anterior do geocode reverso, este agora é muito mais simples. 

Resultado


Pronto!

Podemos incrementar este exemplo de diversas formas, até mesmo com ícones customizados. Estou aceitando sugestões para novos artigos técnicos.

Até a próxima.

Por Mauricio Reckziegel

ver detalhes em:

http://imasters.uol.com.br/artigo/12495

Google Latitude agora no Orkut

Google Latitude agora no Orkut


Olá a todos,

Algumas coisas bem interessantes estão acontecendo no orkut. Nas últimas semanas, nossos engenheiros fizeram algumas experiências com o Google Latitude, um recurso que permite que você informe e receba atualizações sobre a localização de onde seus amigos estão no Google Maps.

A grande vantagem é que você pode usar o Google Latitude a partir do Google Maps no seu telefone celular ou pode adicioná-lo como um gadget no iGoogle. Assim, fica mais fácil sair para encontrar a galera quando você estiver conectado on-line com eles ou se estiver na rua com o telefone celular à mão.

Enquanto desenvolvíamos esse recurso, ficamos curiosos sobre como seria se o adicionássemos ao orkut para que você e os seus amigos pudessem compartilhar suas localizações a partir de um gadget no seu perfil. Hoje, estamos felizes em anunciar que o Google Latitude está disponível no orkut.



Você pode adicionar esse aplicativo clicando no menu “adicionar apps” no seu perfil do orkut e adicionando "Google Latitude". Com o Google Latitude, você pode começar a compartilhar sua localização com seus amigos e enviar convites para saber onde eles estão.

Leia o nosso comunicado original e veja como esse recurso funciona. Conheça também nossas considerações sobre recursos de privacidade (em inglês). E se você já estiver logado no orkut, por que não começar a testar o Google Latitude agora? Divirta-se e aproveite o orkut!
 

Postado por Surojit Chatterjee, Equipe do Google Mobile

http://feedproxy.google.com/~r/OBlogDoGoogleBrasil/~3/kKsYLHOb9mE/google-latitude-agora-no-orkut.html

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Web 3.0

A Web 3.0, anunciada como a terceira onda da Internet, projeta estruturar todo o conteúdo disponível na rede mundial de computadores dentro dos conceitos de “compreensão das máquinas” e "semântica das redes”.

O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do New York Times e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual. A principal reação vem da blogosfera. Nos diários virtuais de especialistas detratores, a crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas num termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0.
A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Orkut. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.
Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet e a tecnologia da semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.
Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), ou seja, se passaria de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados.
Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O usuário poderá fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-lo de forma mais eficente, entender mais sua necessidade. O conceito de ”semântica da rede”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee, tem entre seus gurus Daniel Gruhl, um Ph.D. em engenharia eletrônica do MIT, é especializado em "compreensão das máquinas", e o misterioso Nova Spivack, que não revela muito sobre si, nem o nome verdadeiro, e se autodefine como empresário da alta tecnologia.
Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página,: se indicar o nome de um ator ou de um filme, todos os dados sobre este ator ou este filme aparecerão na tela. Poderá ainda utilizar a "busca avançada" para restringir um pouco mais os resultados. Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los. A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta.. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc.
Algumas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, desenvolvem trabalhos nesse sentido, destacando-se o Almaden IBM Research Center, a Metaweb e a Radar Networks (de Nova Spivack). No Brasil, na PUC-Rio estão desenvolvendo trabalhos pioneiros para a Web 3.0 com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, estão em curso inúmeros projetos acadêmicos. E circula na comunidade da informática que em futuro próximo surgirão novidades nesse campo na Yahoo e no Skype.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Veja este video: A Web dos dados semânticos
Tim Berners-Lee, considerado o "pai" da web, comenta quais são os príncipios da "Web Semântica", chamada por alguns analistas de Web 3.0 prevista para estar em prática a partir de 2010
Abraços.

Sweet Home 3D




Começam a ser comuns aplicações deste gênero para auxiliar quem está a mobilar a casa. Não é estranho encontrar já nos sites de empresas que vendem mobiliário, este tipo de ferramenta.

Sweet Home 3D é uma excelente aplicação multi-plataforma em Java que usa para criar efeitos tridimensionais JAVA3D, proporcionando um realismo interessante quanto ao espaço e disposição dos materiais dentro de paredes.


Simples de usar, possibilita-lhe criar e modificar a estrutura da casa para conseguir um plano de trabalho similar ao real. Permite-lhe também dispor as peças de mobiliário num plano 2D com a arquitectura acertada, defina as paredes (cor e dimensões), escolha materiais para as portas e janelas, importe planos de fundo, importe mais peças de mobiliário nos formatos (OBJ, LWS e 3DS), faça visitas virtuais em 3D por dentro do projecto, verificando em modo tridimensional o espaço disponível, a mobilidade entre cómodos, os obstáculos à luz natural, entre muitos outros aspectos relacionados com a disposição equilibrada do recheio de uma divisão.

Divirta-se a desenhar o seu espaço construa à sua medida e gosto, leve exemplos quando for negociar. Certamente encontrará muitos exemplos práticos para esta aplicação.



Para correr esta aplicação terá de ter instalado no seu sistema o Java 5.0 ou superior. Instale a partir daqui.


Licença: GNUSistemas Operativos: Windows/Mac/Linux


Download [win]: Sweet Home 3D 1.5 [25.21MB]

Download [mac]: Sweet Home 3D 1.5 [10.46MB]

Download [linux]: Sweet Home 3D 1.5 [40.15MB]

Homepage: Sweet Home 3D



O que é um DHCP ?

O que é DHCP ?
O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol, é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de configuração para clientes de rede. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais. O DHCP surgiu como standard em Outubro de 1993. O RFC 2131 contém as especificações mais atuais (Março de 1997). O último standard para a especificação do DHCP sobre IPv6 (DHCPv6) foi publicado a Julho de 2003 comoRFC 3315.
Resumidamente, o DHCP opera da seguinte forma:
Um cliente envia um pacote UDP em broadcast (destinado a todas as máquinas) com um pedido DHCP
Os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar numa série de critérios — ver abaixo) com um pacote com configurações onde constará, pelo menos, um endereço IP, uma máscara de rede e outros dados opcionais, como o gateway, servidores de DNS, etc.
O DHCP usa um modelo cliente-servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede.
O DHCP oferece três tipos de alocação de endereços IP:
Atribuição manual - Onde existe uma tabela de associação entre o Endereço MAC do cliente (que será comparado através do pacotebroadcast recebido) e o endereço IP (e restantes dados) a fornecer. Esta associação é feita manualmente pelo administrador de rede; por conseguinte, apenas os clientes cujo MAC consta nesta lista poderão receber configurações desse servidor;
Atribuição automática - Onde o cliente obtém um endereço de um espaço de endereços possíveis, especificado pelo administrador. Geralmente não existe vínculo entre os vários MAC habilitados a esse espaço de endereços;
Atribuição dinâmica - O único método que dispõe a reutilização dinâmica dos endereços. O administrador disponibiliza um espaço de endereços possíveis, e cada cliente terá o software TCP/IP da sua interface de rede configurados para requisitar um endereço por DHCP assim que a máquina arranque. A alocação utiliza um mecanismo de aluguel do endereço, caracterizado por um tempo de vida. Após a máquina se desligar, o tempo de vida naturalmente irá expirar, e da próxima vez que o cliente se ligue, o endereço provavelmente será outro.
Algumas implementações do software servidor de DHCP permitem ainda a actualização dinâmica dos servidores de DNS para que cada cliente disponha também de um DNS. Este mecanismo utiliza o protocolo de actualização do DNS especificado no RFC 2136.

Proxy


Em ciência da computação, proxy é um servidor que atende a requisições repassando os dados a outros servidores. O termo proxy, a propósito, vem do inglês e pode ser traduzido como “procurador”. O usuário conecta-se a um servidor proxy, requisitando algum serviço, como um arquivo, conexão, website, ou outro recurso disponível em outro servidor.
Um servidor proxy pode, opcionalmente, alterar a requisição do cliente ou a resposta do servidor e, algumas vezes, pode disponibilizar este recurso sem nem mesmo se conectar ao servidor especificado. Pode também atuar como um servidor que armazena dados em forma de cache em redes de computadores. São instalados em máquinas com ligações tipicamente superiores às dos clientes e com poder de armazenamento elevado.
Esses servidores têm uma série de usos, como filtrar conteúdo, providenciar anonimato, entre outros.
Um HTTP caching proxy, por exemplo, permite que o cliente requisite um documento na World Wide Web e o proxy procura pelo documento em seu cache. Se encontrado, o documento é retornado imediatamente. Caso contrário, o proxy busca o documento no servidor remoto, entrega-o ao cliente e salva uma cópia no seu cache. Isso permite uma diminuição na latência, já que o servidor proxy, e não o servidor original, é acessado, proporcionando ainda uma redução do uso de banda.

Google Voice


Google Apresenta Google Voice. O Google anunciou um novo serviço que promete integrar os recursos tradicionais de telefonia no computador, permitindo que uma pessoa armazene cópias de mensagens de correio de voz em sua caixa de entrada doGmail e que localize uma informação específica em uma mensagem telefônica como se estivesse pesquisando em um e-mail. O Google Voice se baseia natecnologia da Grand Central Communications, empresa adquirida pelo Google em julho de 2007. O objetivo do serviço é simplificar a maneira com que aspessoas administram seus telefonemas, mensagens de correio de voz emensagens de texto, sem falar que com ele também é possível fazer ligações (igual ao Skype). O serviço atualmente está disponível apenas para osassinantes da Grand Central, mas aparentemente se estenderá aos demais usuários dentro em breve.

Dica recebida por e-mail.

Bloqueio de ligações de telemarketing


O PROCON/SP está fornecendo um serviço de bloqueio de ligações de telemarketing, agora aquelas ligações telefônicas que só atrapalham e tomam o nosso tempo estão com horas contadas. Sem custo algum você acessa o site WWW.PROCON.SP.GOV.BR/BLOQUEIOTELEF, se cadastra e a partir daí a empresa que ousar lhe incomodar estará sujeita à multa.O melhor de tudo é que vão parar de vender nossas informações cadastrais pessoais de uma empresa para outra. Não deixe de acessar.

dica: http://ligeirinhorj.blogspot.com/





apolo11

segurança

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Gersnet